Acordei… Levantei-me e fui em passo lento à janela, para ver onde é que “o impossível” me tinha levado, desta vez… Agora era tudo verde… só verde se avistava… Havia um pequeno lago à minha esquerda onde alguns patos dançavam com toda a sua elegância.
Para mim tudo aquilo era desconhecido, mas aquela sensação de não saber onde estava e quem era, já não era nova… Acordava sempre na mesma cama, na mesma casa… mas tudo o que lá fora havia era diferente…
Depois de avistar a grande verde paisagem, vesti-me e sai de casa. Segui a estrada de alcatrão. Tal como era habitual, nunca via animais ou mesmo pessoas… Andei até ao infinito… Passadas algumas horas, avistei uma casa de madeira pequena. Corri com esperança que alguém lá estivesse. Ofegante, bati à porta (...)
adoroo a forma como escreves! Cada palavra que leio parece que tbm sinto o que sentes.
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